Depois da tragédia que vimos acontecer diante de nossos olhos hoje no Brasil, não há muito o que se dizer. Um atirador entrou numa escola no Rio de Janeiro e matou mais de dez crianças a sangue frio.
Pior de tudo é que assassinos em massa, como esse, não são tão raros na literatura psiquiátrica ou criminal. A novidade é que diferente “do de sempre” isso aconteceu aqui conosco, no nosso quintal, na nossa escola, no nosso chão, agora tingido de vermelho com o sangue inocente de crianças. Não é tragédia maior por ser aqui do que nos EUA, onde isso é mais 'comum', é apenas tragédia tão terrível e inexplicável quanto.
Estamos perplexos, consternados e infelizmente logo estaremos conformados. Esperaremos pacientemente a próxima chacina, por que outras virão, mais cedo ou mais tarde, como acontece em outros países. Mais uma vez chegamos lá, estamos tão loucos e desesperados como as grandes potências mundiais. Enfim, nosso progresso.
Há menos de vinte dias atrás, no meu outro blog, eu infelizmente havia cantado essa bola. Como num aviso despretensioso, inclui essa tragédia na lista de “atitudes” que importamos. Que pena que acertei. Que pena que vinte dias depois tudo se transformou numa terrível verdade. (
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Não sei se isso é um fruto amargo do
bullying, ou se apenas é a tragédia de uma arma de fogo na mão de um maluco, mas em qualquer uma dessas duas possibilidades algo poderia ter sido diferente.
Nessa hora é desejar muita força para as famílias que perderam seus filhos... Não há muito mais o que possa dizer!
Que Deus esteja com todos!